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Programa Pharmacy First arranca no Reino Unido – Notícias


O Governo britânico iniciou um programa de intervenção farmacêutica denominado “Pharmacy Firts”, que autoriza a dispensa de medicamentos para sete situações clínicas ligeiras sem necessidade de consulta e prescrição médica.

O programa “Pharmacy Firts” arrancou formalmente esta
quinta-feira, dia 1 de fevereiro, abrangendo a grande maioria das farmácias
comunitárias britânicas.

Otite, sinusite, tosse e garanta inflamada, impetigo, herpes zóster, infeções por mordidas de inseto e infeções do trato urinário em mulheres abaixo dos 65 anos são as condições abrangidas na fase inicial do programa, que tem como objetivo fundamental aliviar a pressão sobre os cuidados de saúde primários e facilitar o acesso dos utentes a fármacos indicados para situações clínicas ligeiras.

Os farmacêuticos podem assim indicar e dispensar medicamentos
para as situações clínicas devidamente tipificadas, sem necessidade de uma prescrição
pelo médico assistente, o que permite aliviar a carga sobre os clínicos dos
cuidados de saúde primários, que o sistema nacional de saúde britânico (NHS)
estima em mais de 10 milhões de consultas anuais.

As farmácias integradas no programa recebem 2 mil libras
pela sua participação e 15 libras por consulta, podendo ainda receber mil libras
mensais pelo atendimento de um número mínimo de utentes.

A diretora executiva do NHS explicou que o novo programa faz
parte de uma transformação major na prestação de cuidados nos serviços públicos
de saúde, dando maior liberdade aos utentes no acesso a tratamentos para situações
clínicas ligeiras.

O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, explicou também
que “as farmácias comunitárias fazem um trabalho tremendo no tratamento de condições
ligeiras. Com o novo programa Pharmacy First – suportado por 645 milhões de
libras – estamos determinados a ir um pouco mais longe e aproveitar todo o
potencial dos farmacêuticos para prestação de cuidados de rotina”

“Trata-se de assegurar que as pessoas recebem o tratamento
que precisam mais perto de casa, enquanto concretizamos também o plano para
redução das listas de espera, libertando cerca de 10 milhões de consultas
médicas por ano”, disse o governando britânico.

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