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Farmacêuticos entre os grupos prioritários para vacinação contra a gripe – Notícias


Inicia-se hoje a campanha de vacinação contra o vírus da gripe. A vacina é recomendada a pessoas a partir dos 65 anos, grávidas, doentes crónicos e imunodeprimidos, profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados. A administração é gratuita no Serviço Nacional de Saúde (SNS), sendo também dispensada nas farmácias, mediante prescrição médica, e com comparticipação de 37%. Os farmacêuticos com funções assistenciais integram os grupos alvo prioritários para os quais se recomenda a vacinação, pela probabilidade acrescida de contacto e transmissão do vírus.

De acordo com informação da Direção-Geral da Saúde (DGS),
existem a partir de hoje 1,4 milhões de doses da vacina trivalente contra a
gripe para administrar gratuitamente nas unidades do SNS.

Este ano, a época vacinal tem início duas semanas mais
tarde, seguindo uma orientação, também adoptada por outros países europeus do
Sul da Europa, para garantir uma “melhor e maior proteção durante o período da
epidemia de gripe”, que em Portugal tem início habitualmente na segunda
quinzena de dezembro, com pico de incidência em janeiro.

Verificando-se um decréscimo na efetividade da vacina ao
longo do tempo, principalmente nas pessoas idosas ou imunodeprimidas, o
adiamento da época de vacinação permite um prolongamento da imunidade dos
utentes.

O serviço é também prestado nas farmácias, por farmacêuticos
com a competência em Administração de Vacinas e Medicamentos Injetáveis, e as
receitas médicas emitidas a partir de 1 de julho de 2018, nas quais seja
prescrita, exclusivamente, a vacina contra a gripe, são válidas até 31 de
dezembro.

A Norma da DGS indica que estes profissionais integram
também os grupos prioritários para vacinação, pelo contacto direto com os
utentes e probabilidade acrescida de contrair o vírus.

Os farmacêuticos comunitários desempenham também um papel
fulcral na sensibilização da população para a vacinação e complicações
associadas ao vírus da gripe, em especial nos grupos mais vulneráveis.

Consulte a Norma da DGS.

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